segunda-feira, 13 de outubro de 2014

ATENÇÃO:

O Blog do Bronca cresceu.

Agora, passará de "Blog" para Site com estrutura mais adequada de armazenamento de notícias.

Fique de olho.

Logo voltamos.


Debate amanhã

Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) se encontram duas vezes nesta semana. Amanhã (terça-feira, 14), Aécio e Dilma têm o primeiro debate do segundo turno, a partir das 22h15, na Band TV. O jornalista Ricardo Boechat, âncora do Jornal da Band e da BandNews, mediará o encontro. O segundo debate está marcado para quinta-feira (16), no SBT, a partir das 18 horas. Nesse confronto, Dilma vetou pergunta de jornalistas. Mais dois debates da Record (dia 19) e da Globo (24) estão programados antes do segundo turno.


Insulto

O fracasso subiu à cabeça de Gilberto Carvalho (foto): ele instruiu o PT-DF a "nunca mais" ajudar Cristovam (PDT), após o senador apoiar Aécio no 2º turno. Cristovam teve 833 mil votos em 2010. O governador Agnelo (PT), este ano, teve só 307 mil e seu candidato ao Senado, 286 mil.

Crime


Ninguem esquece o crime praticado pela Empresa Brasileira dos Correios em Minas Gerais, pela distribuição de propaganda eleitoral. Um eleitor de Aécio Neves (PSDB) flagrou um carteiro dos Correios entregando material de campanha da presidente Dilma Rousseff (PT). O PSDB entrou com ação no TSE denunciando o uso dos Correios na campanha eleitoral.

Veja o link:


E aquele com a grana?

O que será que deu a historia daquele assessor de candidato que portava R$ 180 mil em dinheiro (foto)?  Ele era funcionário do gabinete do senador Wellington Dias (PT), candidato a governador do Piauí, foi detido no dia 11 no interior da Bahia com R$ 180 mil em notas de R$ 100,00, conforme a Folha de S. Paulo. Segundo o delegado Francisco de Sá, de Barreiras, José Martinho Ferreira de Araújo, motorista lotado no gabinete do petista, afirmou que era o dono do dinheiro e negou qualquer ligação dos R$ 180 mil com o senador. Hummm, aí tem maracutaia de novo.



Compra de votos


O Governador Beto Richa (na foto com a esposa Fernanda) não concorda que o Bolsa Família é distribuído aos menos informados. Para ele, “houve uma estruturação do PT e de partidos ligados ao governo federal, embasadas na distribuição do Bolsa Família, onde a contrapartida é a "simpatia partidária  e o voto".


PMDB de novo

O PMDB sempre está à procura de espaço para ter cada vez mais poder. Agora, o deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (foto) também quer presidência da Assembleia Legislativa do Paraná. Com oito deputados eleitos, diz que o partido tem maior experiência no legislativo para continuar com as mudanças implantadas por Valdir Rossoni (PSDB). Deputados do PMDB fizeram hoje (segunda-feira, 13) uma primeira reunião para discutir a viabilidade eleitoral da proposta, mas já procuram adesão de outros partidos, em especial, dos pequenos.


Rejeição ao PT


Na reportagem de Estelita Hass Carazzai, na Folha de S. Paulo de sábado (11), em autocrítica para explicar a pífia votação de sua candidata, Gleisi Hoffmann (PT) no Paraná, o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT) (com ela na foto), saiu-se com essa. "Uma parcela expressiva do eleitorado rejeita o PT", disse Fruet que fez campanha ao lado da petista. "É um ciclo, uma soma de fatos que vão se acumulando. E a Gleisi paga esta conta, de alguma maneira" 
Não gostou
Nas Notas Políticas da Gazeta do Povo, conta que o deputado federal Dr. Rosinha (PT) (foto), um dos coordenadores da campanha de Dilma Rousseff (PT) no Paraná, reclamou da divulgação, na quinta-feira, dos depoimentos do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef, em uma das ações da Operação Lava Jato, em trâmite na Justiça Federal do Paraná. Ele criticou a atitude do juiz federal Sérgio Moro, que permitiu o acesso às declarações, e considera a ação uma tentativa de prejudicar a campanha da presidente à reeleição. "O STF (Supremo Tribunal Federal) nega o acesso à Dilma e o Moro entrega para a Globo no Paraná? 'Vazou' porque não existe justiça no Paraná", reclamou. Os depoimentos, na verdade, não integram a delação de Costa e Youssef, e foram disponibilizados dentro dos processos, que podem ser consultados por qualquer um através do site da Justiça Federal na internet. Para Rosinha, "dois criminosos, sem nenhum documento, não podem decidir o destino do Brasil". 
Se fini
 Os candidatos derrotados na eleição para o governo do estado pararam subitamente a atividade que vinham mantendo nas redes sociais. Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT) (foto) andavam mandando dezenas de mensagens via Facebook e Twitter para seus seguidores. Agora, ambos escrevem alguma coisa em defesa da campanha de Dilma Rousseff, mas em ritmo bem menor. Piada pronta
A 4 dias da eleição, o prefeito Gustavo Fruet (PDT) junto com a presidente da FAS e primeira dama, Marcia Fruet (foto), foi no lançamento do livro Guia de Visitação ao Cemitério.  O escriturário, a madame excitada e o cavalo velho
Conta Fabio Campana que Paulo Martins (foto), que foi candidato a deputado federal pelo PSC, perspicaz como sempre, resumiu assim o processo eleitoral e seus atores no Paraná: “Beto, tido por muitos como bobo, aposentou Cassio como produto eleitoral, reduziu Osmar a escriturário do Banco do Brasil, aplicou uma surra eleitoral em Gleisi o que a excitou a querer tomar uma segunda e agora reduziu Requião a um cavalo velho, consumidor da alfafa pública”.  Ponte
O governador Beto Richa disse em campanha ser a favor da ponte ligando Matinhos a Guaratuba (croqui na foto). Requião era contra e Gleisi queria pedágio. A construção da Ponte de Guaratuba, antiga reivindicação da cidade e do litoral do Paraná, od agora sair do papel. No entanto, a briga maior será com o IBAMA e ambientalistas. Richa disse que a rodovia irá atender toda a região portuária e também criará novos acessos aos municípios de Guaratuba e Matinhos, cidades de veraneio. Com isso a ponte será usada mais para a circulação de veículos e caminhões leves, em especial na alta temporada. O DER já solicitou a licença ambiental prévia de parte da PR-101. Somente com o Estudo de Impacto Ambiental o governo poderá elaborar o projeto executivo para construção da rodovia.

Embate



Quem aposta: Sylvio Monteiro ou Professor Assis (foto)? Pois é, apesar de que o pessoal do Assis está trabalhando no estilo “come quieto”, o atual Presidente mostra as cartas. Não para de negociar com seus pares para garantir 11 votos. Segundo uma fonte, ele tem 13. Se der uma dissidência, ganha assim mesmo. Quem aposta?

Embate II
E pelos lados da Assembleia Legislativa do Paraná outro embate se avizinha: O pessoal do PMDB quer a presidência da Casa, já cobiçada por Ratinho Junior, cuja coligação é dona de 12 cadeiras. Quem tem poder de fogo? Na foto, Ratinho reuniu os deptuados estaduais e so dois feerais da coligação para “acertar os rumos”. Para o partido, a primeira decisão tomada é de garantir a presidência da Assembleia. E a bancada defende o nome de Ratinho Junior para assumir esta responsabilidade.
Foto: Ratinho Jr e deputados da base PSC

Precariedade
O Brasil vai muito bem; nós não precisamos mudar de Governo não; isto é "papo" da oposição; veja aí que "maravilha" está nossa Saúde Pública, da até para comparar com a de alguns Países dos mais pobres da África! Enquanto a presidente Dilma vende uma imagem, o povo vive outra.

Minha casa
O internauta Antonio Bonfim disse que tem uma “minha casa minha vida”, mas que a sua divida é de 30 anos para pagar. “Isso é um financiamento, ela (Dilma) não deu nenhuma casa. Se eu não pagar a Caixa vai me tomar de volta. Assim é fácil, voce financia e o governo leva fama e o banco o leva o lucro”, desabafou

Vamos doar



Convido à todos para doar um brinquedo, mesmo que seja usado na campanha da LOJA DE BRINQUEDO VAZIA do Shopping São José. Parceria com o Lions Clube. Para atender crianças carentes da nossa cidade.

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Com aulas gravadas e transmitidas em sala de aula, o curso é ministrado a distância com a presença de um tutor da instituição de ensino e, a cada módulo, provas presenciais (Foto: Divulgação/PMSJP).

Incentivar e qualificar o aperfeiçoamento dos servidores públicos municipais é o objetivo do curso de Pós-Graduação Lato Sensu – Especialização em Segurança Pública, promovido pelo Grupo Interbras em parceria com a Coordenação de Ensino da Guarda Municipal e a Central de Treinamento e Desenvolvimento. São 60 servidores da Secretaria Municipal de Segurança que realizam o curso, com carga de 400 horas divididas em 18 meses.
O curso, aprovado pela Câmara de Vereadores através do Decreto Legislativo nº 1425/2014 de 07 de outubro de 2014, tem aulas sempre as segundas, quartas e quintas-feiras, das 18h30 às 21h30, no Centro de Ensino da Guarda Municipal. Os encontros serão quinzenais e complementados pela web, em ambiente virtual de aprendizado.
Com aulas gravadas e transmitidas em sala de aula, o curso é ministrado a distância com a presença de um tutor da instituição de ensino e, a cada módulo, provas presenciais. O diferencial do curso é que os alunos-servidores que tiverem interesse poderão fazer, ao final do curso, uma complementação assistindo a mais um módulo de aulas com ênfase na Metodologia de Docência no Ensino Superior, que dá habilitação aos futuros especialistas em Segurança Pública a ministrarem aulas em faculdades e universidades.

Conteúdo Programático:
Metodologia da Pesquisa
Desenvolvimento Pessoal e Profissional
Empreendedorismo
Sociologia das Organizações
Estatuto da Criança e do Adolescente
Direito Constitucional
Cidadania e Direitos Hu manos
Política de Assistência Social
Lei de Execuções Penais
Estado e Segurança Pública
Técnicas de Inteligência e Contra Inteligência
Comunicação na Administração Pública

Katia Velo ao lado da gerente de marketing do Shopping São José, Talita Schueroff Dallmann, confere as doações de brinquedos.
Crédito: Divulgação KV
Loja Vazia no Shopping São José recebe doações de brinquedos para ficar cheia de brinquedos e amor
No Mês das Crianças, o Shopping São José em parceria Lions Club de São José dos Pinhais, realiza no Piso L2 uma ação para arrecadar brinquedos novos ou usados (em bom estado de conservação). A doação está sendo realizada em duas etapas. 
A primeira doação dos brinquedos que foram arrecadados até 09 de outubro foram entregues a Defesa Civil em parceria com a Prefeitura de São José dos Pinhais. 
As doações desde o dia 10 até 31 de outubro serão entregues ao Lions Clube São José dos Pinhais.  A doação nesta 2ª. etapa irá para entidades carentes como a Casa Lar, que abriga crianças de até 12 anos.


Na última quinta, 9 de outubro, às 19h, foi realizado um coquetel de abertura para as pessoas envolvidas e imprensa para fortalecer, enaltecer e divulgar esta importante ação. 
A presidente do Lions SJP, Glacir Nogueira, estava presente e destacou a relevância do apoio do Shopping. 
“Muitas vezes temos brinquedos dos quais há um grande envolvimento afetivo e, portanto, temos dificuldade em doar. No entanto, quando vemos uma loja tão bonita quanto esta e vemos os brinquedos tão organizados e ainda um destino certo com entidades sérias envolvidas, é um grande incentivo”, declara Katia Velo.
Serviço:
Loja de Brinquedos Vazia
Data: Até 31 de outubro
Local: Shopping São José, piso L2
Endereço: Rua Izabel A Redentora, 1434 – Centro São José dos Pinhais

(Katia Velo)

por Beto Richa

Quero aqui reiterar, mais uma vez, o meu mais sincero agradecimento ao povo paranaense. De forma especial àqueles que deram seu voto de confiança em nosso trabalho, mas também a todos que participaram do processo eleitoral e, assim, contribuíram para enriquecer a nossa democracia.

O Paraná que foi às urnas no dia 5 de outubro disse sim ao diálogo e ao desenvolvimento. Enfatizou de forma inequívoca o seu apoio à ética, à transparência, à geração de empregos e à modernização da gestão pública, ao mesmo tempo em que disse um não insofismável à mentira, à intolerância e à truculência.

Quem não entendeu o recado categórico das urnas está fadado à irrelevância no confronto das ideias. E é neste terreno que continuaremos trabalhando por um país melhor e mais justo, por Aécio Neves presidente da República. Porque o Paraná é muito importante para todos nós que escolhemos esta terra para viver e ser felizes com as nossas famílias. Mas o Brasil é fundamental.

Nosso estado vive um ciclo de industrialização sem precedentes, pelo volume e extensão dos investimentos aqui realizados nos últimos anos, como comprovam todos os indicadores do IBGE, do Ipardes e do Ministério do Trabalho. Mas este processo de desenvolvimento seria ainda mais sólido se a economia nacional estivesse rodando nos trilhos do crescimento. Enquanto o Paraná amplia e diversifica a sua indústria, o Brasil sofre com a desindustrialização.

Neste ano, o PIB brasileiro deverá crescer 0,3%, índice insignificante que coroa o pífio desempenho da economia nos quatro anos de governo da presidente Dilma Rousseff. A inflação continua acima dos 6% (a inflação dos preços de alimentos é ainda mais alta), corroendo o poder de compra do trabalhador. As contas externas fecharão 2014 com déficit de US$ 80 bilhões. Os escândalos de corrupção se sucedem e agora ameaçam a saúde da maior empresa do país, a Petrobras, orgulho e patrimônio de todos os brasileiros.

A gestão petista mostrou méritos iniciais ao preservar a matriz econômica herdada do presidente Fernando Henrique Cardoso e, beneficiada pela prosperidade global, ampliou os programas de distribuição de renda. Mas não teve competência para guiar o país pelos caminhos árduos da crise que se seguiu à bonança. São vários anos seguidos de inflação alta e crescimento baixo.

Esperava-se que a presidente Dilma compensasse a inexperiência política com competência administrativa. Mas que ilusão! A gerente que aparecia na propaganda petista revelou-se um engodo. O desastre no setor de energia é a fotografia mais nítida de sua gestão, marcada por um intervencionismo obtuso que quebrou a confiança dos investidores, e pelo mais avassalador aparelhamento partidário do Estado que já se viu na República. Aqui, sofremos com a estagnação econômica agravada pela odiosa discriminação imposta ao Paraná, um dos primeiros estados em arrecadação e dos últimos a receber repasses e investimentos federais.

Paranaenses e brasileiros têm, em 26 de outubro, a extraordinária oportunidade de romper o círculo vicioso em que se transformou o governo do PT. Aécio Neves tem a têmpera, o talento e o dinamismo exigidos pelo momento: é o nome da mudança. É o único candidato com os atributos e virtudes para vencer os imensos desafios que travam o desenvolvimento nacional.

Beto Richa é governador reeleito do Paraná.
O jornal Correio Braziliense descobriu que o avião apreendido na terça-feira em Brasília pela Polícia Federal com R$ 116 em espécie pousou em Montes Claros (MG) no mesmo dia em que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participaram de um evento de campanha do então candidato ao governo de Minas Gerais, Fernando Pimentel, também do PT.

A aeronave transportava o empresário ligado aos petistas, Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, e o ex-assessor do Ministério das Cidades, Marcier Tombiere, membros do staff do eleito Pimentel. A notícia coloca mais fogo na campanha eleitoral e pode complicar a reeleição da atual presidente.
Por Fernando Tupan

domingo, 12 de outubro de 2014


PT e PSDB, as comparações corretas


Com a campanha eleitoral, é importante ficar atento às comparações entre o PT e o PSDB. Convido o leitor a conferir 12 importantes variáveis sobre o desempenho dos dois partidos.
Quanto ao crescimento do PIB, o país, nos quatro anos de governo Dilma, crescerá apenas 1,8% ao ano, patamar inferior ao do governo FHC. Só o governo Collor foi pior que Dilma. Já em relação à inflação, em 1998 (durante o mandato FHC) foi de apenas 1,6%, a menor da história do Brasil. A inflação de Dilma está acima de 6%, extrapolando a meta de 4,5%. Se compararmos a taxa Selic, nos dois últimos anos de FHC ela foi de 17,5% em média, enquanto nos dois primeiros anos de Lula foi de 19,3% em média, ou seja, foi maior.
E temos a dívida pública. Em valor absoluto, a dívida bruta total, que FHC entregou em R$ 750 bilhões, hoje ultrapassa R$ 2,2 trilhões – nos 11 anos e meio do governo petista a dívida interna bruta aumentou em R$ 1,45 trilhão, ou seja, 193% maior que FHC. Enquanto isso, com FHC, o superávit primário médio foi de 3,3% do PIB. Hoje em dia, é de apenas 1,3%. Em maio houve déficit de R$ 10,5 bilhões, um recorde negativo.
E os investimentos em infraestrutura? No primeiro mandato de FHC, foram de 2,6% do PIB. Nos três anos e meio de Dilma, ficaram abaixo de 1% do PIB. Há ainda o pagamento de juros do governo federal. No governo FHC foram pagos R$ 600 bilhões em juros. No de Lula, mais que dobro disso (R$ 1,289 trilhão); e, nos três anos e meio de Dilma, já foram pagos quase R$ 800 bilhões em juros. Isto significa que o governo petista, nos seus 11 anos e meio, já torrou mais de R$ 2 trilhões em juros, ou cerca de 250% a mais que FHC.
O governo petista aumentou a carga tributária em 4 pontos porcentuais do PIB, o que corresponde a cerca de R$ 200 bilhões a mais por ano. Assim, os brasileiros tiveram de pagar a mais cerca de R$ 2,25 trilhões em tributos. E o pior é que, mesmo assim, o descontrole das contas públicas é total.
Na era do PT, nenhuma obra termina no prazo e com o orçamento previsto. Há o caso da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que de um valor inicial de US$ 2,5 bilhões já consumiu US$ 18 bilhões e deve ultrapassar seguramente os US$ 20 bilhões. Na transposição do Rio São Francisco, Lula e Dilma já torraram o dobro e nem metade da obra está pronta. Há centenas de outras obras na mesma situação.
De 1999 a 2002 (governo FHC), os gastos do governo federal com a educação foram de 0,8% do PIB. Com Lula (2003-2006), o porcentual foi menor, de 0,75% do PIB. Em 1995, a União era responsável por 23,8% dos investimentos na área. Atualmente está abaixo de 20%, porque aumentou a participação dos municípios. E, em relação ao investimento na saúde, de 1999 a 2002 os gastos foram de 1,7% do PIB. Com Lula, no primeiro mandato o porcentual foi levemente menor (1,697% do PIB), e atualmente não passa de 1,6% do PIB.
E, para finalizar, no caso da atual baixa taxa de desemprego (algo próximo a 5%) há uma enorme distorção, porque ela não capta os cerca de 15 milhões de pessoas que estão permanentemente se revezando na política de salário-desemprego, que vai custar, em 2014, algo como R$ 30 bilhões. Esta política virou uma indústria para não se trabalhar.
Judas Tadeu Grassi Mendes, Ph.D. em Economia, é fundador e diretor-presidente da Estação Business School.

Mais de 300 cabos eleitorais que trabalharam para Roberto Requião (PMDB) e Requião Filho (PMDB) se aglomeraram hoje (sexta-feira, 10) pela tarde no comitê dos dois candidatos - na esquinas das ruas Itupava e Fernandes de Barros - para receber os últimos 20 dias trabalhados na campanha. "Prometeram pagar no sábado, depois na segunda-feira, depois na terça-feira e até agora não pagaram nada. O povo que trabalhou na campanha está revoltado", disse Valmir, motorista, que também alugou seu carro para campanha. "Cadê o  Requião, cadê o filho dele?", cobrava.

O mesmo problema foi registrado no comitê de campanha dos dois peemedebistas na cidade de Colombo, na região metropolitana de Curitiba. Em Colombo, os cabos eleitorais que mão receberam invadiram o comitê fizeram um quebra-quebra generalizado.

A ex-senadora Marina Silva, terceira candidata mais votada no primeiro turno das eleições presidenciais, anunciou neste domingo (12) apoio formal a Aécio Neves (PSDB). O tucano disputa o segundo turno com Dilma Rousseff (PT).

"Votarei em Aécio e o apoiarei, votando nesses compromissos, dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido e, principalmente, entregando à sociedade brasileira a tarefa de exigir que sejam cumpridos", disse Marina ao ler nota.

O apoio foi dado um dia após o tucano se comprometer a cumprir, mesmo que de forma vaga, quase todas as exigências feitas por Marina. Ontem, o tucano divulgou uma carta em que se compromete com avanços sociais, reformas na política, fortalecimento da democracia e a sustentabilidade.

No dia 13 de Maio de 2014 o Blog do Bronca arriscou palpites quanto ao resultado das eleições deste ano.

Antes de seguir sobre este tema, peço ao leitor que leia uma matéria do Blog que foi campeã de visitação naquele dia, com mais de duas mil visualizações:

http://bronca-blogdobronca.blogspot.com.br/2014/05/candidatos-vao-brigar-por-votos-em-sao.html

Os resultados obtidos por Leopoldo Meyer, Francisco Buhrer, Fenemê, Toninho da Farmácia, Lucia Stoco, Jairo Melo e Marcos da Vidofer, se não acertamos em cheio, com certeza mais de 90% dos resultados estavam corretos, a considerar-se as justificativas.

Fenemê

O vereador Fenemê cobrou publicamente que a si foram atribuídos poucos votos. "Vou estourar, você vai ver" berrou ele. Fez 8.159 votos. A ele, atribuímos de oito a dez mil votos. Na mosca!

Lucia Stoco

Era, juntamente com Toninho da Farmácia, dobradinha fiel com o empresário Edenilso Rossi, que desistiu da candidatura. À Lucia tambem foi publicado que faria de oito a dez mil votos. Fez: 9.524 votos. Na mosca!

Francisco Buhrer

Dizia a nota que ele teria que fazer cinquenta mil votos só em São José dos Pinhais, Fez 22.000 e picos. Mas no total, quase chegou a 60 mil. Erramos por pouco, mas num ponto acertamos, de que ele faria menos votos que da ultima vez. Há quatro anos, fez 26 mil.Corrijam se estiver errado.

Toninho da Farmácia


Seus planos começaram errados devido à falta de opões para dobradinha. Leopoldo dobrou mais com Chico do que com Toninho. Rossi seria o ideal para ele, mas deu na trave. Esperava-se 30 mil votos só com o trabalho dele, mas faltou estrutura e gás para chegar até o final. Assim mesmo, está numa confortável suplência e pode ser decisivo nas próximas eleições. Fez 22.900 votos. Convém registrar que Toninho renegou uma série de dobradinhas para se manter fiel ao amigo Leopoldo.

Leopoldo Meyer.

Não precisa nem fazer comentários, pois a nota explicativa naquela matéria dizem muito bem da situação do ex-prefeito e reeleito deputado federal. Verdade que foi um dos últimos a se eleger e só consegui devido à legenda. Mas, teve boa votação e méritos. Fez 59.974 votos. Na mosca!

Jairo Melo

O que atrapalhou foi fazer uma campanha de 2014 mas visando 2016. Não deu certo. Se fizesse como dizia a matéria, faria bem mais votos.

Marcos da Vidofer

Não mostrou entusiasmo na sua campanha, Viram-se poucas placas dele por aí. Mas tem algo de errado no seu registro com o TRE que não divulga o seu resultado.

Exemplos

Desta eleição tiram-se algumas conclusões que os candidatos no futuro deverão avaliar.

Francisco Buhrer por exemplo, dez dias antes da eleição reuniu o secretariado e vereadores e deu murros na mesa exigindo trabalho. No mesmo fim de semana os próprios secretários com os comissionados foram para as ruas. Foram vistos no sábado e domingo correndo bairros.
E Francisco acertadamente, justificou o legado de Beto Richa que lhe colocou nas mãos doze municípios. Lá, Francisco "arrebentou" de votos.
Se a sua situação em São José dos Pinhais não é confortável, o seu carisma e a força do diálogo, conquistou muita gente. Com certeza ele vai ampliar esse quadro para daqui há quatro anos.
E outra, mesmo com secretários e vereadores, não fosse isso, Chico tem grupo, estrategistas e pessoas "canchadas" em campanhas políticas.

Leopoldo Meyer teve apoio de Setim, Francisco e Toninho da Farmácia. Mas, também demonstrou organização e uma campanha muito bonita. Além disso, comparece em todos os rincões do município. Tambem trouxe boa votação de outros municípios.
Leopoldo é tido como nome certo do grupo politico situacionsita, para as eleições de 2016.

Toninho da Farmácia tinha um bom time de voluntários e colaboradores diversos. Pessoas que deram tudo de si. Mas poucos estrategistas e poucos "canchados" numa campanha renhida.
O carisma de Toninho ajudou muito. Mas não o suficiente para lhe dar votos.
Precisa com urgência fazer uma avaliação e pensar num forte grupo para as próximas eleições.

Fenemê e Lucia Stoco sabiam que não chegariam aonde era preciso. Apenas se fortaleceram para o embate de 2016.





  



sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Aos 72 anos, Rocha Loures vai ter que recomeçar

O empresário Rodrigo Rocha Loures (foto de arquivo), o pai, há questão de tres meses e pouco reuniu cerca de trezentas pessoas na Churrascaria 2000 para supostamente, comemorar o seu aniversário, mas na verdade, era evento de vies exclusivamente político.

O bolo foi um detalhe.

Pois bem no discurso, ao lado do filho Rodriguinho, esposa e os demais filhos, genros e netos, Loures disse que a preocupação de todos deveria ser a nossa cidade, que ela deveria se definir por novos caminhos, novas opções e se colocou à disposição. Que portanto, 2016 era o objetivo, mas, e aí vem "mas"... uma paradinha em 2014 para fazer um teste no eleitorado e saber a quantas andaria o seu prestigio.
Rodrigo Rocha Loures Filho não empolgou. Fez 58.493 votos, mas não se elegeu.

Veio agora a eleição, na qual se inscreveram tres dos convivas que lá estavam: Rodriguinho, Jairo Melo e Marcos da Vidofer.

Rodriguinho, apesar de bem votado, não se elegeu devido às artimanhas de Requião, que Loures apoiava ferrenhamente.

Jairo Melo não chegou a quatro mil votos e Marcos da Vidofer, não se sabe porque, nem teve seu nome considerado pelo TRE.

Hoje indaga-se: Rodriguinho era Assessor Especial da vice-presidencia da Reública (Michel Temer) durante um bom tempo, com certeza abriu muitas portas, resolveu muitas pendengas. Mas não o suficiente para lhe dar tantos votos quanto esperava. Seus colegas de partido fizeram muito mais.
Bom de voto tempos atrás, Jairo Melo fez apenas 3.960 votos porque estava de olho em 2016.
Marcos da Vidofer esboçou um bom trabalho, mas o seu nome nem apareceu nas listas do TRE

Será que ele era tratado lá apenas como um "office boy"? Por que o cargo não trouxe resultados nas urnas?

Agora, o velho Rocha Loures vive um dilema:
Para disputar uma eleição em São José dos Pinhais ele precisa de grupo. Ele tem um grupo? Quantos partidos?
O seu PMDB, todos sabem, há muito tempo não é a "galinha dos ovos de ouro" na cidade. Pode até ter um ou dois nomes fortes para alavancar a formação de um grupo. Mas, cade partidos?

O ultimo a se arriscar assim foi Ivan Rodrigues, com apenas o partido dele e mais tres nanicos. E ganhou porque houve o racha entre Setim, Leopoldo e Francisco.

Portanto, o resultado da eleição foi tenebroso para as pretensões de Rocha Loures. O teste não valeu. Vai ter que fazer chover canivetes por aí, para recomeçar tudo de novo.