segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Decisão foi um duro golpe ao PT

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo impugnou nesta segunda-feira (1º de setembro) a candidatura do deputado federal Paulo Maluf (PP), enquadrado na Lei da Ficha Limpa. O TRE cassou o registro de Maluf por voto do presidente, o desembargador Antônio Carlos Mathias Coltro, já que na última sessão houve empate, por três votos a três, entre os demais magistrados. Maluf informou que recorrerá ao Tribunal Superior Eleitoral. As informações são da revista Veja.

Maluf foi condenado em segunda instância, em novembro do ano passado, por improbidade administrativa, acusado de superfaturamento na construção da Avenida Jornalista Roberto Marinho (antiga Água Espraiada) e do Túnel Ayrton Senna quando era prefeito da capital paulista, entre 1993 e 1997. Além disso, o TJ aplicou multa de 21 milhões de reais ao ex-prefeito. Ele é acusado de enviar recursos para o exterior por meio de doleiros.

A quantidade de pessoas que vivem no Paraná chegou a 11.081.692 em 1.º de julho deste ano. O número representa 5,5% de toda a população do país, formada por 202,7 milhões de pessoas, conforme dados divulgados pelo IBGE. Com 
crescimento de 0,76%, em comparação com 2013, o Paraná continua a ser o sexto estado mais populoso do Brasil, atrás de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Rio Grande do Sul. As informações são da Gazeta do Povo.

Entre os 25 municípios mais populosos do Brasil, o Paraná é representado apenas por Curitiba, que ocupa a oitava posição. A capital paranaense tem 1.864.416 habitantes – crescimento de 0,83% em relação ao mesmo período de 2013. Desconsiderando as capitais, Londrina, com 543.003 habitantes, fica no 18.º lugar.

Diante das 25 maiores regiões metropolitanas, a de Curitiba (RMC) fechou esta edição do IBGE em 9.º lugar. São 3.414.115 habitantes. O número é 1,68% maior do que o registrado em 2013. Na 25.ª colocação está a Região Metropolitana de Londrina (818.300 habitantes), que cresceu 0,4% no período.

Na outra ponta, duas cidades do estado estão entre os 25 municípios menos populosos do país. Jardim Olinda (1.416) e Nova Aliança do Ivaí (1.509) aparecem em 15.º e 21.º lugares, respectivamente.

A pesquisa do IBGE mostrou ainda que, assim como no cenário nacional, a maior parcela dos municípios do Paraná (107 de 399 cidades) tem faixa de população entre 10.001 e 20 mil habitantes. Acima de 500 mil, são apenas duas (Curitiba e Londrina).

A relação dos dez municípios paranaenses mais populosos manteve-se inalterada em relação ao ranking de 2013. A lista é liderada por Curitiba e tem na sequência Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel, São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu, Colombo, Guarapuava e Paranaguá.

As cinco cidades com menos habitantes estão localizadas entre o Norte Central e o Noroeste do Paraná. Além disso, quatro delas tiveram redução na quantidade de moradores na comparação com o ano passado. Jardim Olinda continua a “liderar” a lista. A relação ainda conta com Nova Aliança do Ivaí, Santa Inês, Miraselva e Esperança Nova.
Quer participar do desafio são-joseense dia 25 de setembro? Mande e-mail ao pauta@pautasjp.com para ir de bike, moto, carro, skate, caminhando, correndo, etc.

Saída dos desafiantes do Politécnico da UFPR foi às 18h

O Programa Ciclo Vida da Universidade Federal do Paraná (UFPR) organizou na última sexta (29), no tradicional trajeto, Centro Politécnico - Escritório Verde da UTFPR (Av. Silva Jardim, 807) – Praça Santos Andrade, o VII Desafio Intermodal de Curitiba. Entre os 55 desafiantes, que começaram a prova às 18h de bike, correndo, caminhando, de moto, entre outros modais, no caminho de cerca de 10 km, estava o cadeirante José Aparecido Leite que enfrentou o desafio de se deslocar em três ônibus seguidos.

A constatação de dificuldades de deslocamento por calçadas com problemas de infraestrutura já era esperada, porém, a principal lembrança será dos motoristas que não esperam a fixação da cadeira no espaço reservado.

“Nos três ônibus os motoristas arrancaram antes de eu chegar ao local reservado dentro do veículo, sem falar que não dá tempo de prender a cadeira. Teve um momento em que cheguei a rodar dentro do ônibus com o tranco na arrancada”, comentou José Leite.


Desafio elétrico
Neste ano, houve maior presença de veículos elétricos. Além dos carros e bikes elétricas que participam há alguns anos em meio aos carros e bicicletas convencionais, o evento teve uma moto elétrica. O primeiro a chegar foi uma bicicleta elétrica em 21 minutos e 37 segundos. O segundo e o terceiro modal foi de bike convencional.

“São as novidades que colocam o desafio curitibano como uma referência em mobilidade. Também tivemos a transmissão dos bastidores pela internet na saída do Politécnico e a chegada na Praça Santos Andrade, incluindo a divulgação online do resultado”, disse o coordenador do Ciclovida, Belotto, que acrescenta sobre a proposta ecológica.

“Mais importante do que a rapidez é a questão da eficiência no deslocamento, o valor de custo do meio de locomoção e a emissão de gás. Após a prova, fazemos um levantamento com a indicação das dificuldades enfrentadas pelos desafiantes e a média do modal utilizado”, explicou José Belotto.

A ciclista Anke Salzmann foi de bicicleta convencional e pensou na segurança no trecho. “A falta de iluminação nas ruas é um critério importante e levei isso em conta na hora de planejar por onde seria meu deslocamento”, falou Anke Salzmann.

A são-joseense Silvana Ferraz, que ajudou a organizar, ano passado, o I Desafio Intermodal de São José dos Pinhais, foi de carro na prova curitibana. “A disputa por cada metro quadrado no dia a dia do trânsito cresce muito no horário de pico. Se os motoristas respeitassem as faixas acredito que o fluxo seria com menor stress”, apontou Silvana Ferraz que trabalha no departamento de Trânsito da Secretaria de Transporte e Trânsito de São José dos Pinhais.

Acesse resultado do Desafio de Curitiba quanto ao modal mais eficiente
http://www.ciclovida.ufpr.br/wp-content/uploads/2014/08/Vlll-DESAFIO-INTERMODAL.pdf


II Desafio Intermodal de São José dos Pinhais
A prova de mobilidade em São José dos Pinhais em 25 de setembro, Dia Nacional do Trânsito, repetirá o mesmo trecho do ano passado. Às 18h, saindo do Shopping São José, passando pelo Terminal Central de Ônibus e chegada na Faculdade Fiep, na Av. Rui Barbosa. Os mais de 30 desafiantes de 2013 terão prioridade no convite, mas os leitores do PautaSJP.com que quiserem participar poderão enviar e-mail ao pauta@pautasjp.com e entrar na lista para irem de bike, carro, skate, moto, a pé, ônibus ou caminhando.

PautaSJP.com

domingo, 31 de agosto de 2014

Ruth de Aquino, ÉPOCA

Marina considera a “luta de classes” velha e ruim. Sua ideia de elite é outra. É quem inspira e lidera
“O problema do Brasil não é sua elite, mas a falta de elite. Não tenho preconceito contra a condição econômica e social de quem quer que seja. Quero combater essa visão de apartar o Brasil, de combater a elite. Essa visão tacanha de combater as pessoas com rótulo. Precisamos fazer o debate envolvendo ideias, empresários, trabalhadores, juventudes, empreendedores sociais. Com pessoas de bem de todos os setores, honestas e competentes.”
Essa resposta desconcertante de Marina Silva no debate da Band entre os candidatos à Presidência mostra que Dilma Rousseff e Aécio Neves terão de dar um duro danado para dinamitar – ou “desconstruir” – a rival.
O Brasil do PT tem reforçado o maniqueísmo entre pobres e ricos, ou “proletariado” e “burguesia”, expressões caras da esquerda caviar-champanhe. Como se os pobres fossem todos bons, puros, generosos e vítimas – e os ricos fossem todos safados, cruéis, desnaturados e bandidos. Em nosso país, quem ganha mais de seis salários mínimos é rico.
Nos últimos tempos, sobrou fel até para a classe média. Vimos com espanto o vídeo com o discurso histérico da filósofa da USP Marilena Chauí no ano passado. Era uma festa do PT para lançar o livro 10 anos de governos pós-neoliberais no Brasil: Lula e Dilma. “Odeio a classe média”, afirmou Chauí, sob aplausos, risos e “u-hus” da plateia. “A classe média é o atraso de vida. A classe média é a estupidez. É o que tem de reacionário, conservador, ignorante. Petulante, arrogante, terrorista.” Presente no palco, Lula ria e aplaudia a companheira radical petista, embora dificilmente concordasse. “A classe média é uma abominação política porque é fascista. É uma abominação ética porque é violenta”, afirmou Chauí, fundadora do PT e adepta da luta de classes.
É uma luta que Marina considera antiquada e ruim para o país. Sua ideia de elite é outra: quem se sobressai no que faz, quem inspira e lidera. Neca Setubal, socióloga, educadora, autora de mais de dez livros, defensora do desenvolvimento sustentável e herdeira do banco Itaú, é o braço direito de Marina. Com seu discurso de união e um plano de governo de 244 páginas, costurado com Eduardo Campos, Marina ameaça tornar-se presidente do Brasil, segundo as pesquisas de intenção de voto.
Ela não passa de uma amadora, diz Aécio Neves. Marina responde: “Melhor ser amador do sonho que profissional das escolhas erradas”. Ela faz uma campanha da mentira, afirma Dilma. “Mentira”, responde Marina, “é dizer que os adversários não estão comprometidos com políticas sociais”.
Marina virou o sujeito da mudança. Colhe em sua rede indecisos, revoltados, idealistas, anarquistas e também aecistas e dilmistas. Isso não é elogio, só a constatação de um fato provado em pesquisas. Os “marineiros” são um caldeirão de eleitores de diversas ideologias, ou avessos a pregações ideológicas. Quando Marina diz que “a polarização PT-PSDB já deu o que tinha que dar”, ou que “o Brasil não precisa de um gerente, mas de um presidente com visão estratégica”, isso bate forte em milhões de brasileiros de todas as idades.
Marina não tem resposta para uma enormidade de questões – entre elas, como a “nova política” poderá ser diferente da “velha política”, se concessões e alianças são essenciais para aprovar reformas, governar o país e transformar em realidade seus sonhos. Marina tem convicções pessoais que precisará reavaliar ou abandonar se quiser mesmo colocar o país nos trilhos do futuro, abraçar as novas famílias e os estudos de células-tronco.
Mas seu discurso de grandes linhas, abstrato e utópico, empolga e atrai. Os adversários a ajudam. De um lado, temos o desfile chato, emburrado e claudicante de percentagens e estatísticas infladas. Do outro, um rosário sorridente de êxitos discutíveis em Minas Gerais.
Nos Estados Unidos, Barack Obama ganhou uma eleição no discurso, na oratória, no simbolismo – não no preparo ou na experiência administrativa. Guardadas as proporções, Marina busca o mesmo.
Nas redes sociais, a ascensão de Marina provocou uma campanha de ódio e ironias. Ela foi chamada de “segunda via do PSDB” – porque defendeu a estabilidade iniciada por Fernando Henrique Cardoso e porque os tucanos votariam nela, jamais em Dilma, num confronto direto. Chamaram Marina de “segunda via do PT” – porque defendeu a política de inclusão social de Lula. Traíra, oportunista e coisas piores. Fizeram uma montagem de seu rosto com o corpo nu da mulata Globeleza. Disseram que ela tem “cara de macaco”. Um show de racismo e de pânico.
Os arautos à esquerda e à direita a chamam de “novo Collor” ou de “Jânio de saias”. A Transmarina, ao acolher a “zelite” do bem, veio para confundir. E incendiar uma eleição antes morna, entediante e previsível.
Na Telinha

Alguns dos nossos candidatos por São José dos Pinhais já desfilaram na telinha no programa eleitoral de 2014. Entre eles, Toninho da Farmacia (20020), Jairo Melo (15005) e Ailton Feneme (77889)

Coerência

Por uma questão de coerência, integrantes da campanha (Coordenação) do vice-prefeito Toninho da Farmácia, se desligaram da Prefeitura Municipal para trabalhar na campanha. Entre eles, Rodrigo Saturnino (foto), que pediu exoneração da chefia de gabinete do Verador Wilson Cabelo, após vencerem suas férias neste dia 1º de setembro. Abílio Alves já havia se desligado do cago em função no Parque da Fonte. E o Ouvidor Aparício Tambolo também pediu exoneração do cargo de Ouvidor da Saúde.
Não se tem noticias de que os envolvidos nas campanhas dos outros candidatos pediram afastamento.



Respeito

“Por questão de afinidade e respeito por uma pessoa que deu toda sua historia política a favor de um grupo político pelo bem da cidade, me levou a ficar com Toninho da Farmácia. Não fosse ele, muitas eleições não teriam sido vencidas. Ele merece o apoio de todos os são-joseenses”. A frase é do ex-vereador Saulo Valvassori, que vem trabalhando em todas as noites para o seu candidato.


Vacilo

Que deu nesse cidadão em frente ao SINE de São José dos Pinhais na semana passada? O cara, sem pestanejar saiu “por dois minutinhos” e deixou seu carro na vaga especial , prejudicando uma pessoa com dificuldade de locomoção que estava chegando. O veiculo da foto foi multado na hora.


Cabelos brancos

Logo na primeira pergunta no debate da Band semana passada, Roberto Requião (PMDB) indagou a Beto Richa (PSDB) sobre a economia paranaense, que, segundo Requião, foi melhor em seu Governo (2002-2010). Richa rebateu: “Você já está com os cabelos brancos. Toma jeito! Tá na hora de começar a falar a verdade, Requião.” O atual governador usou como argumento um balanço divulgado no UOL, que mostrou que o Paraná está, hoje, com menos dívidas do que em 2010, quando Requião concluiu sua gestão de 8 anos a frente do Estado.


Eles voltaram

O pessoal que luta por moradia e contra a especulação imobiliária continuam revoltados com todas as nossas autoridades, inclusive o Judiciário. Apenas dois vereadores (Mari Temperasso e Wilson Cabelo) deram às caras em apoio à população, que já soma mais de três mil pessoas. A luta é para pagar preço justo e que não seja aviltante como as imobiliárias estão pretendendo, pelos seus lotes.


Parnanguara

No passado Leopoldo Meyer fez uns bons votinhos em Paranaguá. Desa vez a campanha aumenta ainda mais por lá. Estima-se que o ex-prefeito fará cerca de dez mil votos fora de São José dos Pinhais.

Greve

E parece que vem mais bronca por aí, segundo anuncia o SINSEP - Sindicato dos Servidores Publicos de São José dos Pinhais. É melhor nossas autoridades estarem preparados.

Visita

O prefeito Luiz Carlos Setim agradou à mutia gente no Caic da Costeira na semana passada, onde não só foi homenageado como desfruta de bom conceito entre alunos, familiares e dirigentes. Aliás, o CAIC da Costeira é um dos melhores exemplos em administração no Brasil. A Diretora é a Professora Solange Simão.

Lançamento

O deputado Nelson Justus que trouxe Beto Richa a São Jose dos Pinhais na semana passada, animou-se e lançou o vereador Sylvio Monteiro para prefeito. O governador “desconversou” sobre o assunto.
Agora já são dois os candidatos que se dizem que vão se eleger na cidade: Rodrigo Rocha Loures é o outro.


 

Por iniciativa do Secretário de Cultura de São José dos Pinhais, Amarildo Rosa e da Diretora do Museu Municipal, Elza Delage (no centro, ao lado do prefeito Setim), foi criado no ultimo sábado o acervo do desporto amador de São José dos Pinhais.

Ao evento, compareceram os principais desportistas da cidade, tanto do passado quanto do presente, que enalteceram a medida da Secretaria.
Desportistas da velha guarda com contemporâneos compareceram ao evento no Museu, que tem a direção de Elza Delage (primeira da foto D).

Na oportunidade, Glacir Nogueira, representando o Lions Clube da cidade, fez a doação de uma bola de futebol da Copa o Mundo de 2014, para fazer parte do acervo.
Glacir Nogueira (E), presidente do Lions Clube fez a doação de uma bola Brazuca (da Copa do Mundo 2014), para o acervo do desporto no Museu Municipal.

Vale lembrar que a criação do Museu Municipal /atilio /roco, foi iniciativa do antigo Lions Clube Aeroporto da nossa cidade.
Ex-atletas de duas gerações, Rui Graczick e Raul Guttmann

O prefeito Luiz Carlos Setim disse que "nos proximos anos, que pode ser em 2050 ou 2100, alguem vai passar por aqui e conhecer um pouco dessa historia, repetindo o famoso curador deste Museu, Ernani Zetola de que um povo sem historia é um povo sem memória".
Alcidio Rocco, da velha guarda e Cilmar Goergen, ex-presidente da Liga de Futebol de São José dos Pinhais posam ao lado do trofeu comemorativo ao centenário de São José dos Pinhais, vencido pela Sociedade Esportiva Esperança.

Desportistas, entre eles ex-dirigentes e atletas lembraram várias passagens sobre o desporto amador na cidade, inclusive com possibilidade de trazer mais exemplares de épocas passadas, como fotografias e escritos em revistas ou jornais, para melhorar ainda mais o acervo.

Quem disse que não há Trio Eletrico nessa campanha?

 
Em quase 30 anos de vida pública, Marina Silva ganhou reconhecimento dentro e fora do país pela defesa da ética, da valorização dos recursos naturais e do desenvolvimento sustentável. Uma reputação construída em mandatos de vereadora, deputada estadual e senadora – eleita sempre com votações recordes – e no período em que esteve à frente do Ministério do Meio Ambiente, entre janeiro de 2003 e maio de 2008.Nos cinco anos e quatro meses no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a ser vista também como gestora competente.
 
Na pasta, uma de suas conquistas foi o Plano de Ação para Prevenção e o Controle do Desmatamento da Amazônia Legal, que contou com o esforço integrado de 14 ministérios. Graças ao projeto, o ritmo de desmatamento da Amazônia caiu 57% em apenas três anos, passando de 27 mil km² para 11 mil km² ao ano. Mais de 1.500 empresas ilegais foram desmanteladas, com a prisão de 700 pessoas. A apreensão de madeira somou um milhão de metros cúbicos. Iniciativas como essa aumentaram sua projeção internacional. No final de 2007, o jornal britânico “The Guardian” incluiu a então ministra entre as 50 pessoas que podem ajudar a salvar o planeta.

Primeiros anos

Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima nasceu em 8 de fevereiro de 1958 em uma pequena comunidade chamada colocação Breu Velho, no Seringal Bagaço, no Acre. Seus pais, nordestinos, tiveram 11 filhos, dos quais três morreram. A mãe morreu quando tinha apenas 15 anos.A vida no seringal era difícil. “Eu acordava sempre às 4h da manhã, cortava uns gravetos, acendia o fogo, fazia o café e uma salada de banana perriá com ovo. Esse era o nosso café da manhã”, conta. Depois, junto com as seis irmãs e o único irmão, fazia o corte nas seringueiras e colocava as tigelinhas. No final da tarde, retirava a recompensa, o látex./
 
Na adolescência, Marina sonhava em ser freira. “Minha avó dizia: ‘Minha filha, freira não pode ser analfabeta’”, lembra. O desejo de aprender a ler passou então a acompanhá-la. Aos 16 anos, contraiu hepatite, a primeira das três que foi acometida _seu histórico de saúde ainda inclui cinco malárias e uma leishmaniose. Foi então a Rio Branco em busca de tratamento médico. Com a permissão do pai, aproveitou a oportunidade para também se dedicar à vida religiosa e, ao mesmo tempo, estudar. Na capital acriana, para se sustentar, passou a trabalhar como empregada doméstica. O progresso nos estudos foi rápido. Entre o período de Mobral, no qual aprendeu a ler e a escrever, até a graduação em licenciatura em História (Universidade Federal do Acre) transcorreram apenas dez anos. Sua formação foi complementada posteriormente com as pós-graduações em Teoria Psicanalítica (Universidade de Brasília) e em Psicopedagogia (Universidade Católica de Brasília). A vocação social se revelou quando deixava a adolescência e ainda vivia no convento das Servas de Maria Reparadoras.
 
O então bispo de Rio Branco, dom Moacyr Grecchi, alinhado à Teologia da Libertação, às vezes ia rezar missa no convento onde vivia Marina, que gostava de suas mensagens. A candidata à noviça passou a participar das atividades das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). Um dia, incentivada por um cartaz afixado na igreja, decidiu fazer um curso de liderança sindical rural, ministrado pelo teólogo Clodovis Boff e pelo líder seringueiro Chico Mendes. Sua dedicação ao curso a aproximou de Chico Mendes, que passou a lhe enviar publicações de sindicatos de trabalhadores rurais.

Parlamento

A vida de Marina havia mudado de rumo. Abandonou o sonho de se tornar freira para se dedicar integralmente à luta social. Cada vez mais próxima de Chico Mendes, participou dos chamados “empates”, tática de resistência contra o desmatamento do qual participavam os seringueiros, suas mulheres, seus filhos, todos os que viviam nos seringais. De mãos dadas, eles faziam uma corrente que impedia a destruição da floresta. Em 1984, Marina Silva ajudou a fundar a CUT (Central Única dos Trabalhadores) no Acre. O líder seringueiro foi o primeiro coordenador da entidade e Marina, a vice-coordenadora. A convivência entre os dois duraria mais quatro anos, até Chico Mendes ser assassinado. Filiada ao PT, Marina disputou seu primeiro cargo público em 1986,  ao concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados. Ficou entre os cinco mais votados, mas o partido não atingiu o quociente eleitoral mínimo exigido.
 
Os sucessos eleitorais de Marina começaram dois anos depois, ao se eleger vereadora, a mais votada de Rio Branco. Uma de suas primeiras manifestações foi devolver o dinheiro de gratificações, auxílio-moradia e outras mordomias que os demais vereadores recebiam sem questionamentos. Com atos como esse, atraiu a ira dos adversários políticos ao mesmo tempo em que obtinha um reconhecimento popular que se manifestou na eleição seguinte, em 1990, quando se tornou deputada estadual, novamente com votação recorde. Em 1994, aos 36 anos, chegou a Brasília como a senadora mais jovem da história da República. Foi reeleita em 2002, com votação quase três vezes superior à anterior.
 
No Senado, foi a primeira voz a defender a importância de o governo assumir metas para redução das emissões de gases do efeito estufa. Em 2009, o Planalto anunciou, finalmente, a adoção dessas metas. Também cobrou do Executivo federal e do Congresso a inclusão da meta brasileira, com os percentuais para a redução das emissões de gases do efeito estufa até 2020, no Plano Nacional de Mudanças Climáticas, que seria aprovado e sancionado pelo presidente antes da realização da Conferência de Clima (COP15), em dezembro de 2009, em Copenhague.

Ministério

No Ministério do Meio Ambiente, Marina Silva trabalhou por políticas estruturantes baseadas em quatro diretrizes básicas: 1) maior participação e controle social; 2) fortalecimento do sistema nacional de meio ambiente; 3) transversalidade nas ações de governo; 4) promoção do desenvolvimento sustentável. No governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marina buscou transformar a questão ambiental em uma política de governo, que quebrasse o tradicional isolamento da área.
 
Foi assim que o governo passou a exigir, nos projetos hidrelétricos a serem leiloados, a obtenção da licença prévia para que a viabilidade ambiental dos empreendimentos fosse avaliada antes da concessão para a exploração privada. Também baseado nessa diretriz, o ministério, por intermédio do Ibama, passou a ser ouvido prioritariamente antes da licitação dos blocos de petróleo. Em 13 de maio de 2008, pediu demissão do ministério. Em carta ao presidente Lula, afirmou que deixava o cargo por conta das dificuldades que enfrentava dentro do governo. “Esta difícil decisão, Sr. Presidente, decorre das dificuldades que tenho enfrentado há algum tempo para dar prosseguimento à agenda ambiental federal”, afirmava Marina, que voltou para o Senado.

Candidatura à Presidência

Em 19 de agosto de 2009, deixou o PT. Em comunicado ao partido, manifestou seu desacordo com uma “concepção do desenvolvimento centrada no crescimento material a qualquer custo, com ganhos exacerbados para poucos e resultados perversos para a maioria, ao custo, principalmente para os mais pobres, da destruição de recursos naturais e da qualidade de vida”. Onze dias depois, anunciou sua filiação ao Partido Verde (PV). Em 2010, Marina Silva disputou a Presidência da República pelo PV, chapa que contava com o empresário Guilherme Leal como candidato a vice. O objetivo de sua candidatura era promover um acordo social no Brasil que integrasse avanços dos governos passados e apontasse para uma economia de baixo carbono (leia o discurso de Marina na convenção do PV que oficializou sua candidatura).
 
A candidata se comprometia a manter as conquistas dos governos Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, entre elas a estabilização econômica e a redução da pobreza, e prometia governar junto com os “núcleos vivos” da sociedade em defesa do desenvolvimento sustentável. Entre suas propostas estavam os programas sociais de terceira geração. Segundo essa diretriz, uma rede de agentes de desenvolvimento familiar teria a responsabilidade de levar programas sociais às famílias mais pobres e dar apoio a suas escolhas, o que facilitaria a inclusão produtiva desses brasileiros na sociedade.
 
Marina sabia das dificuldades de sua candidatura. Entre elas o fato de contar com apenas 1 minuto e 23 segundos na propaganda eleitoral gratuita na televisão, muito menos do que seus principais adversários. Para superar essa limitação, decidiu privilegiar a internet e as redes sociais, uma estratégia inédita no Brasil. A decisão foi fundamental para a divulgação de suas propostas e a conquista de 19,6 milhões de votos, quase 20% dos votos válidos. Foi o melhor desempenho de um terceiro colocado desde a redemocratização do país.

Rede Sustentabilidade

Nos meses seguintes, Marina e outras lideranças dentro PV enfrentavam dificuldades para ampliar o espaço de discussão dentro do partido. A direção da legenda resistia a democratizar suas práticas e a renovar seus dirigentes por meio de eleições, compromisso que havia assumido em 2009.
 
Em 7 de julho de 2011, a ex-senadora anunciou sua saída do PV. “Queremos resgatar as motivações originais deste projeto, agora participando da construção de uma nova política efetivamente democrática, ética, ecológica, participativa, inovadora e conectada com os desafios e oportunidades que o século 21 nos impõe”, afirmava, junto com outras 15 lideranças, na carta de desfiliação enviada à direção do partido.
 
Era então lançado o Movimento por uma Nova Política, um espaço colaborativo, suprapartidário, que discutiria caminhos para a superação das carências de representatividade do sistema político brasileiro e a construção de um modelo no qual economia e preservação dos recursos naturais integrassem a mesma equação.  O resultado desses debates foi o surgimento da Rede Sustentabilidade, lançada em 16 de fevereiro de 2013, durante evento que reuniu 1.700 pessoas em Brasília.  Nos meses seguintes, cerca de 10 mil pessoas saíram às ruas em todo o país para coletar as 492 mil assinaturas exigidas por lei para a oficialização do novo partido.
 
Essa meta foi largamente superada, com a obtenção de 910 mil apoios em todos os Estados. Depois de uma rigorosa checagem interna, 660 mil assinaturas foram encaminhadas aos cartórios. Mas uma série de problemas impediu a formalização da Rede. Um deles foi a recusa de 95 mil fichas sem qualquer justificativa, o que contraria a legislação.
 
Além disso, causou estranheza o comportamento de alguns cartórios, principalmente na região do ABCD paulista. Em São Bernardo do Campo, uma zona eleitoral chegou a invalidar 78% das fichas de apoio, bem acima da média nacional de rejeição, que foi de 24%.Apesar da confiança de todos da Rede de que a Justiça iria prevalecer sobre as dificuldades burocráticas e institucionais, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu na noite de 3 de outubro não aprovar a criação do novo partido, considerando que apenas 442 mil assinaturas teriam a comprovação confirmada.

Unidos pelo Brasil

Na mesma noite de 3 de outubro, Marina se reuniu com alguns fundadores da Rede e colaboradores mais próximos. Colocou em discussão alternativas para que a contribuição da Rede ao aprofundamento da democracia no Brasil não fosse adiada. Ao final daquela madrugada, Marina apresentou uma proposta que surpreendeu seus interlocutores. Perguntou o que achavam da possibilidade de uma coligação programática com o PSB, feita em torno das bandeiras principais dos dois partidos. Depois do estranhamento inicial da maioria dos presentes, a ideia ganhou apoio e foi levada, no dia seguinte, para as lideranças da Rede Sustentabilidade e do PSB.
 
Depois de muitas reuniões, Marina e o governador Eduardo Campos, presidente do PSB, anunciaram ao país uma aliança “para aprofundar a democracia e construir as bases para um ciclo duradouro de desenvolvimento sustentável”, segundo a nota divulgada durante o evento realizado sábado (5) em Brasília.
 
Integrantes da Rede fariam uma filiação democrática e provisória ao PSB, que reconheceria a integridade e identidade da Rede. Ao mesmo tempo, a Rede continuaria a buscar as assinaturas exigidas pela Justiça Eleitoral e a conseguir o registro definitivo, pois, apesar de ser “um partido de fato, não é de direito”, nas palavras de Marina Silva.
Nos meses seguintes, foram realizados encontros regionais para discutir as diretrizes do futuro programa de governo da aliança. Ao mesmo tempo, oficinas aprofundaram o debate sobre temas específicos, como política energética e política econômica. Em 28 de junho, convenções do PSB e dos outros partidos da Coligação Unidos pelo Brasil oficializaram a candidatura de Eduardo Campos à Presidência da República e de Marina Silva como candidata a vice.
 
Em 3 de julho de 2014, os dois registram suas candidaturas ao TSE e entregam uma cópia das diretrizes do futuro programa de governo. O documento aponta para três objetivos principais. O primeiro é manter as conquistas das últimas décadas e fazê-las avançar. O segundo é a criação de mecanismos para aprofundar a democracia brasileira. E o último é construir as bases para um ciclo duradouro de desenvolvimento sustentável.

O Brasil chora a morte de Eduardo

Eduardo e Marina se dedicam nas semanas seguintes a apresentar aos brasileiros as propostas da coligação para a criação de um Brasil mais justo, próspero e sustentável. Até que, em 13 de agosto, ocorre a tragédia que comove o Brasil. O Cessna que conduzia Eduardo Campos para um evento da campanha cai na cidade de Santos (SP). Morrem o candidato a presidente da República e seus assessores Pedro Valadares, Carlos Percol, Alexandre Severo Gomes da Silva e Marcelo Lyra, além dos pilotos Geraldo da Cunha e Marcos Martins. Os brasileiros choram e repetem a frase de Eduardo: “Não vamos desistir do Brasil”.
 
Em 20 de agosto, a Executiva Nacional do PSB confirma Marina Silva como candidata à Presidência da República pela Coligação Unidos pelo Brasil. O candidato a vice-presidente é o deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS). “Vamos levar adiante nossa missão. Devemos isso a Eduardo e ao povo brasileiro”, afirma a ex-senadora durante discurso para as lideranças do PSB.

Reconhecimento internacional

A lista de prêmios e reconhecimentos nacionais e internacionais mostra a expressão global conquistada pela ex-senadora. Além de ser incluída na lista do jornal “The Guardian”, conquistou o “2007 Champions of the Earth”, o principal prêmio da ONU na área ambiental. Em outubro de 2008, recebeu das mãos do príncipe Philip da Inglaterra, no palácio de Saint James, em Londres, a medalha Duque de Edimburgo, em reconhecimento à sua trajetória e luta em defesa da Amazônia brasileira – o prêmio mais importante concedido pela Rede WWF. Em 2009, recebeu o prêmio Sophie da Sophie Foundation, concedido a pessoas e organizações que se destacam nas áreas ambientais e do desenvolvimento sustentável, em Oslo, Noruega.
 
Desde março de 2011, a ex-senadora é a única representante da América Latina no Millennium Development Goals (MDG) Advocacy Group, organismo voltado para trabalhar com o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon na articulação de uma vontade política e mobilização global para que os Objetivos do Milênio sejam realizados até 2015, em benefício dos pobres e vulneráveis.Também em 2009, recebeu da Fundação Príncipe Albert 2º de Mônaco o Prêmio sobre Mudança Climática (Climate Change Award), em reconhecimento à sua contribuição para projetos na área do meio ambiente, ações e iniciativas conduzidas sob a ótica do desenvolvimento sustentável.
 
Em 27 de julho de 2012, Marina carregou a bandeira olímpica na abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, junto com Ban Ki-moon, o maestro argentino Daniel Barenboim e ganhadores do prêmio Nobel. A escolha de seu nome, segundo o Comitê Olímpico Internacional, ocorreu em razão de sua importância na defesa do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável.
 
Uma das melhores fontes para se conhecer a vida de Marina Silva é o livro “Marina – A Vida por uma Causa” (Ed. Mundo Cristão), biografia da ex-senadora lançada em 2010 pela jornalista Marília de Camargo César, com prefácio do cineasta Fernando Meirelles.

Extintores em automóveis


Publicado no Correio Braziliense 
 

Já comentei sobre o “golpe” do extintor. Confira no seu carro: se for do tipo BC, não importa a validade de cinco anos, pois terá de ser jogado no lixo e substituído por um ABC, obrigatório a partir de janeiro de 2015. E cuidado para não empurrarem a você um BC bem barato, pois as lojas querem se livrar do estoque. Exija um ABC. Caso contrário, multa de R$ 127,69 e cinco pontos no prontuário.
O comentário gerou críticas: alguns leitores entenderam que eu defendia o extintor no automóvel, mas foi apenas um alerta para ninguém cair no conto do vigário e levar outro do tipo BC, que só vale até dezembro de 2014. Extintor é uma aberração e não defendo sua obrigatoriedade no automóvel. Na verdade, só mesmo alguns países incoerentes e corruptos como o Brasil ainda exigem o extintor, mesmo com a injeção eletrônica. Depois que ela eliminou o carburador e distribuidor, uma dupla que até parece ter sido projetada para botar fogo no carro, são raros os incêndios em automóveis modernos. Só mesmo em Kombis e extintor sempre foi controvertido. Obrigatório desde 1968, o motorista dificilmente se lembra de onde fica e tem dificuldade para operá-lo corretamente. Pior:raramente tem eficiência ao combater incêndio em automóveis.
A exigência foi motivada por um poderoso lobby de fabricantes que pressionou o Contran para estabelecer a obrigatoriedade. Outros países o aboliram quando o carburador foi substituído pela injeção eletrônica. E o inacreditável: em vez de abolir o equipamento, a exigência agora é por outro e mais caro.
Há dez anos, não satisfeitos em encher as burras com o bilionário faturamento demilhões de extintores, os fabricantes carregaram para Brasília mais alguns “argumentos poderosos” e conseguiram emplacar no Contran uma outra resolução, desta vez exigindo um novo modelo. E a lei mudou em 2005, começando pelos veículos zero quilômetro. Mas, até o fim deste ano, todos os automóveis terão de substituí-los pelos do tipo ABC. Sentiu a mão entrando duas vezes no seu bolso? Depois de utilizado o dos cinco anos de validade, o ABCnão é reciclável nem recarregável e tem que ser descartado e substituído por outro novo.
Fácil ganhar dinheiro com extintores no Brasil, não? É só multiplicar por R$ 50 (custo dele no mercado) as dezenas de milhões de veículos que ainda têm os antigos, mais os carros na linha de montagem e mais as substituições dos ABC vencidos para se ter uma ideia de quantas centenas de milhões de reais são faturados à custa ─ como sempre ─ do indefeso cidadão brasileiro.
Um incalculável faturamento originário de um equipamento que, de pouco eficiente na época do carburador, tornou-se quase inútil com a injeção eletrônica dos automóveis... 

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

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(Foto: Divulgação/Secom)
Mulheres que buscam fazer o melhor para a Educação de São José dos Pinhais. Que prestam relevantes trabalhos para a cada dia trazer uma educação com mais qualidade aos são-joseenses. Para homenagear essas mulheres o Conselho de Pastores (Conpas) realizou, na tarde de quinta-feira (28), no Hotel Howard Johnson, o “Mulheres que Edificam” – café da tarde que reuniu cerca de 90 pessoas.
As homenageadas foram a secretária de Educação, Neide Setim; a diretora geral da Educação, Joselita Drugovich Andriguetto; a diretora do departamento de Educação Fundamental, Otília Scherner Possebon; a diretora do departamento de Educação Infantil, Andrea Bonatto Cardozo; a diretora da Educação Especial, Mara Regina Avosani; e a chefe da divisão de documentação escolar, Marinês Andriguetto da Rocha.
Para a pastora Vera Pauls, “a ideia é homenagear, abençoar as mulheres que edificam, bem como falar da importância do trabalho dessas mulheres para o município”.
Para a secretária de Educação “foi muito gratificante ter recebido a homenagem, pelo reconhecimento da dedicação e pelo comprometimento que temos com a Educação das nossas crianças, jovens e adultos”.
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Foto: Divulgação/Secom
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Foto: Divulgação/Secom
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Foto: Divulgação/Secom
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Foto: Divulgação/Secom

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(Foto: Silvio Ramo/PMSJP)
Para melhorar o serviço de atendimento disponibilizado aos são-joseenses, e diminuir o tempo de espera nas filas, o Posto de Identificação de São José dos Pinhais está implantando o “Agendamento On-line”. A partir do dia primeiro de setembro as pessoas que necessitarem dos serviços lá oferecidos poderão agendar horário pela internet.
Além de poder marcar horário, o cidadão pode agendar em outros postos do Instituto de Identificação do Paraná. Atualmente, com atendimento de segunda a sexta-feira nos horários de 8 horas às 16 horas, São José dos Pinhais tem emitido, em média, 60 carteiras de identidade/dia.
Documentos necessários para emissão da Carteira de Identidade:
  • Duas fotos 3×4, coloridas, específicas para identidade;
  • Certidão de nascimento original e sem rasuras (para solteiros ou em união estável);
  • Certidão de casamento original e sem rasuras (para casados ou viúvos);
  • Certidão de casamento com averbação original e sem rasuras (para separados ou divorciados);
  • Comprovante de residência (opcional);
  • CPF (opcional);
  • PIS (opcional).
Serviço
Já está disponível o agendamento pelo site www.ii.pr.gov.br, clicar no link: “agendamento online” e seguir as orientações. Mais informações pelo telefone: 3381-6307.
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Foto: Silvio Ramos / PMSJP.

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(Foto: Divulgação/PMSJP)
Determinar as medidas que devem ser tomadas para solucionar os problemas de água, esgoto, drenagem e resíduos solos em São José dos Pinhais é o objetivo do Plano Municipal de Saneamento Básico. Na manhã de quinta-feira (28) a Secretaria de Meio Ambiente realizou reunião, no Parque São José, com a equipe técnica da empresa Consórcio de Saneamento do Paraná, responsável por elaborar o Plano, para a assinatura do Termo de Aceite do Diagnóstico.
O diagnóstico foi montado através de dados coletados, onde foram analisados as dificuldades e necessidades do município. “O antigo sistema tratava muito da área central e esse plano é mais amplo e completo, pois vai abranger todos os bairros de São José dos Pinhais, todos os seus limites, desde a Colônia Castelhanos até o centro”, explica Gastão Vosgerau, secretário de Meio Ambiente.
A elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico está na terceira etapa, sendo que, até dezembro, é o prazo máximo para a elaboração final do mesmo. De acordo com a Lei, as diretrizes do plano são revistas, no prazo mínimo, daqui dois anos e no máximo de quatro anos. Entretanto, não é obrigatório, apenas se for necessário.
Somente com essa elaboração do Plano Municipal de Saneamento é que o município terá condições de conseguir financiamentos e verbas estaduais/federais para investir nas áreas de drenagem, manejo das águas pluviais urbanas, limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos para os próximos 20 anos.
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A elaboração do Plano Municipal de Saneamento permite que o município consiga financiamentos e verbas estaduais e federais para solucionar os problemas de água, esgoto, drenagem e resíduos sólidos. Foto: Ary Portugal / PMSJP.
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“… esse plano é mais amplo e completo, pois vai abranger todos os bairros do município, todos os limites, desde a Colônia Castelhanos até o centro da cidade”, explica Gastão Vosgerau. Foto: Ary Portugal / PMSJP.